29/11/07
CURSO DISCUTE O PAPEL
DA BRINQUEDOTECA NO AMBIENTE HOSPITALAR
Começa nesta quinta-feira (29), promovido pela Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), I Curso de Brinquedoteca Hospitalar. Durante o evento, que encerra na sexta-feira (30), serão discutidos temas que envolvem o brincar em ambiente ambulatorial, onde a criança, na espera de atendimento, precisa de uma atividade prazerosa com a finalidade de abrandar o tempo de espera e a ansiedade por estar em um lugar desconhecido. Entre os convidados do curso, que acontecerá no Auditório “Ronaldo de Araújo”, no horário de 8 às 18h, está a Dra.Bellkiss Wilma Romano, presidente fundadora da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (SBPH) e Diretora do Serviço de Psicologia do Instituto do Coração, em São Paulo, considerada uma das maiores autoridades do país sobre brinquedoteca.
A brinquedoteca é um espaço que objetiva estimular crianças e jovens a brincarem livremente, pondo em prática sua própria criatividade e aprendendo a valorizar as atividades lúdicas. Nesse espaço elas passam pela avaliação do seu desenvolvimento, através do acompanhamento, da observação diárias, no que se refere a socialização, a iniciativa, linguagem e desenvolvimento motriz, sendo a atividade lúdica utilizada para o desenvolvimento de suas potencialidades.
Uma brinquedoteca pode ter diferentes finalidades no âmbito lúdico, como por exemplo brinquedotecas especializadas em atendimento a crianças da primeira infância, outras somente para empréstimos de brinquedos.
PROGRAMAÇÃO
A programação do I Curso de Brinquedoteca da FHCGV contém os seguintes temas:
• “O brincar sob a perspectiva da construção do sujeito amazônico”
• “Trajetória do brincar no hospital”
• O brincar como suporte para o desenvolvimento infantil: a realidade da criança hospitalizada"
• “A brinquedoteca como espaço multidisciplinar: rotina de funcionamento, atendimento, participação familiar, higienização, atividades de integração da equipe”
• “A hospitalização escolarizada”
• “Brincando com sucata”
• “A criança hospitalizada: cardiopata, renal, oncológica e portadora de doenças infecto-parasitárias”
• “Quando a brinquedoteca precisa ir a outros espaços UTI e STRS: como proceder?”
• “Brincando de faz de conta na brinquedoteca hospitalar”
• “Quem conta um conto aumenta um ponto: contação de histórias”
• “Considerações sobre o luto infantil”
• “O desenho como recurso terapêutico”
• “O brincar nos diversos contextos hospitalares: pronto socorro, sala de espera, leito hospitalar”
• “O brinquedista hospitalar: quem é este sujeito.
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