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Hospital de Clínicas Gaspar Vianna
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Hospital de Clínicas lança campanha “Adorno Zero” para combater a transmissão de doenças

Publicado: Segunda, 03 de Abril de 2017, 19h42 | Acessos: 152

Com o tema “Sou linda sem adorno”, a Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV) lança nesta terça-feira (4) a campanha “Adorno Zero”, com o objetivo de combater a transmissão de doenças no ambiente hospitalar. A programação educativa, organizada pelo Núcleo de Segurança do Paciente, é voltada para os profissionais da instituição.

 

Mas, afinal, o que é o adorno zero? A Norma Regulamentadora nº 32 (NR-32), sobre Segurança e Saúde do Trabalho em Serviços de Saúde, em especial com relação aos riscos biológicos, determina o não-uso de adornos, como pulseiras, anéis, alianças, relógios de pulso, pulseiras, brincos, piercings, expostos, correntes, colares, presilhas, broches, gravatas e crachás pendurados com cordão nos postos de trabalho.

O evento começará pela parte da manhã, a partir das 9h, e irá até às 12h. O grupo de carimbó do CAPS marajoara se apresenta no térreo da instituição a partir das 10h. Pela tarde, a programação é retomada por volta de 14h e segue até às 17h em todo o hospital. O grupo Anjos da Enfermagem, do curso de enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA), que já trabalharam em outras ações na FHCGV, estarão responsáveis pelas atividades lúdicas nos dois turnos. Além disso, haverá a apresentação de um cover de Elvis Presley, a partir das 16 horas, no auditório Dr. Ronaldo Araújo.

“Vamos rodar por todo o hospital desde a portaria, passaremos pelos serviços assistenciais e não assistenciais. Porque estou fora da assistência, mas no momento que me dirijo para a assistência eu preciso estar sem adorno. Eu não vou cuidar do paciente, eu vou estar dentro da área de cuidado, então posso também estar fazendo parte do fluxo da bactéria”, explica a Assessora de Risco e Segurança da instituição, Laura Ruth.

No hall da Gerência de Ensino e Pesquisa (Gep) estarão disponíveis serviços de embelezamento, como manicure, escova capilar, design de sobrancelhas e maquiagem. A prioridade serão os funcionários da assistência, que serão orientados. “Para que seja atendido, o profissional precisará tirar o adorno, então a gente faz um pacto, dá a orientação e o conduz até os serviços”, revela Laura Ruth.

Ainda segundo a Assessoria de Risco e Segurança, haverá também a distribuição de porta adornos aos profissionais do hospital. “A partir da socialização das informações, o profissional que se mantiver no uso do adorno estará cometendo uma violação”, alerta.

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