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Hospital firma parcerias para reduzir a fila de cirurgias e procedimentos cardíacos

Com mais de 700 cirurgias cardíacas feitas no ano passado, a Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC), em Belém, firmou parcerias com três hospitais dotados infraestrutura para esses procedimentos em adultos e crianças e de outros menos invasivos, como o cateterismo e angioplastia.

Com respaldo da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), três hospitais recebem pacientes encaminhados pelo HC. Em Ananindeua, o Hospital Santa Maria (HSMA), há cerca de dois meses, é uma das retaguardas da Fundação para cirurgias cardíacas em crianças, podendo fazer até oito cirurgias por mês, mas com uma previsão para dobrar esse atendimento após a redução do número de casos de Covid-19 na Região Metropolitana de Belém.

Ainda em Ananindeua, com a habilitação do serviço de Hemodinâmica Cardíaca do Hospital das Clínicas (HCA), pacientes adultos do HC, de municípios da Região de Saúde Metropolitana 1 (Ananindeua, Belém, Benevides, Marituba, Santa Bárbara do Pará), podem ser avaliados e encaminhados para procedimentos menos invasivos no município vizinho à capital do Estado.

Já no município de Castanhal, pacientes do Hospital de Clínicas vindos das regiões Metropolitana de Saúde 2 e 3, com indicação para procedimentos de angioplastia ou cateterismo, podem ser encaminhados para o Hospital Francisco Magalhães. As regiões de Saúde 2 e 3 são formadas pelos municípios de Acará, Bujaru, Colares, Concórdia do Pará, Santa Isabel do Pará, Santo Antônio do Tauá, São Caetano de Odivelas, Tomé-Açu, Vigia, Castanhal, Curuçá, Igarapé-Açu, Inhangapi, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, São Francisco do Pará, São Domingos do Capim, São João da Ponta, e Terra Alta.

AVALIAÇÃO

Diretora-presidente da Fundação Hospital de Clínicas, Ivete Vaz destaca que a instituição amplia os investimentos de forma estratégica para melhorar a qualidade dos serviços nas áreas em que é referência.

“Com esses investimentos, aos poucos, vamos aumentando o número de cirurgias cardíacas em crianças e adultos e diminuindo o tempo de espera de boa parte dos nossos usuários que aguardam por procedimentos menos invasivos, como angiologia e cateterismo, até que possamos zerar nossas filas na área de cardiologia” avaliou a presidente.

Mesmo com o aumento no número de procedimentos, Ivete Vaz ressalta que o encaminhamento de pacientes para atendimento nos hospitais da Ananindeua e Castanhal será feito de acordo com os fluxos  já existentes de avaliação médica, prioridade e agendamento.

“Os pacientes com perfil para este tipo de procedimento serão avaliados pela equipe do HC e o encaminhamento para outros hospitais será feito mediante condição clínica e recomendação médica”, complementou a presidente.

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